Dia da Mulher: expertise feminina impulsiona construção do futuro da mobilidade no TIC Eixo Norte
TIC Trens conta com o talento de mulheres como Ana Cecilia, Rosemeire e Bianca Cardoso, que possuem mais de 15 anos no setor ferroviário, e Bianca Castro, que lidera um time de maquinistas
06/03/2026
Neste Mês da Mulher, a TIC Trens celebra a expertise feminina que impulsiona a construção do futuro da mobilidade. À frente do projeto TIC Eixo Norte, a concessionária desempenha um papel estratégico e precursor na ferrovia de passageiros do país, por meio da operação e modernização da Linha 7-Rubi e da implantação, operação e manutenção dos futuros Trem Intermetropolitano (TIM) e Trem Intercidades (TIC), primeiro trem de média velocidade do Brasil.
Uma das mulheres que faz parte do time que está construindo esta história é a engenheira civil Bianca Cardoso, que, com 33 anos de idade, está prestes a completar 16 anos de carreira, com praticamente metade de sua vida dedicada à ferrovia. No projeto TIC Eixo Norte, trabalha como apoio direto à gestão de projetos, contribuindo com análises e documentações necessárias, assim como a compatibilização de projetos na metodologia BIM, garantindo uma gestão eficiente do projeto e do ativo construído.
“Minha escolha pela ferrovia começou em casa. Meu pai, na época maquinista, incentivou a mim e ao meu irmão para ingressarmos no setor. Ele também é engenheiro civil e minha mãe é arquiteta. Hoje, me sinto realizada por conseguir unir minha vivência ferroviária com minha paixão por projetos e obras. Meu próximo passo é aprofundar meus estudos em BIM e me aperfeiçoar ainda mais para contribuir estrategicamente na aplicação dessa metodologia em projetos ferroviários”, afirma Bianca.
Já a maquinista Rosemeire da Silva Ribeiro, 55 anos, consolida experiência no setor ferroviário há mais de duas décadas. Hoje, conduz os trens da Linha 7-Rubi, que transportam cerca de 400 mil pessoas por dia. Para ela, essa grande responsabilidade veio acompanhada de reconhecimento e orgulho. “É uma profissão muito gratificante. Deixar o passageiro em seu respectivo destino me faz muito feliz. Muitas pessoas, principalmente crianças, acenam para mim quando estou na cabine e demonstram fascínio quando encontram alguém que está conduzindo um trem”, conta a maquinista.
Já no Centro de Controle Operacional (CCO), estão os profissionais que garantem a circulação dos trens com regularidade e segurança, em comunicação constante com os maquinistas. No “cérebro” da operação, está a controladora Ana Cecilia Bomfim Biscalchini, que soma mais de 15 anos de experiência no setor.
Depois de também ter atuado como maquinista, passou a acompanhar, em tempo real, a circulação da linha, tomando decisões que geram um resultado imediato em toda a operação. “Quando me dei conta de que não me vejo trabalhando em outra área fora da ferrovia, percebi o tamanho da minha paixão pelo setor. É um ambiente onde nos tornamos uma família", destaca Ana.
Liderança e protagonismo no setor
Na Linha 7-Rubi, a gestão da circulação de trens e das equipes operacionais também conta com mulheres em posições-chave. A supervisora de tráfego Bianca da Silva Castro, 39 anos, iniciou sua trajetória como operadora de trens e hoje está à frente de uma equipe de maquinistas e rotinas operacionais.
“Estar na ferrovia é a realização de um sonho, sobretudo em um cargo de liderança dentro do maior projeto de mobilidade do país, o TIC Eixo Norte. Meu papel vai além de garantir a circulação dos trens: envolve a gestão de pessoas, ouvir com atenção, empatia e acolhimento, para que a equipe esteja sempre em sua melhor versão. Esse senso de pertencimento e união do time é o que me move dia após dia”, afirma Bianca.
Uma das mulheres que faz parte do time que está construindo esta história é a engenheira civil Bianca Cardoso, que, com 33 anos de idade, está prestes a completar 16 anos de carreira, com praticamente metade de sua vida dedicada à ferrovia. No projeto TIC Eixo Norte, trabalha como apoio direto à gestão de projetos, contribuindo com análises e documentações necessárias, assim como a compatibilização de projetos na metodologia BIM, garantindo uma gestão eficiente do projeto e do ativo construído.
“Minha escolha pela ferrovia começou em casa. Meu pai, na época maquinista, incentivou a mim e ao meu irmão para ingressarmos no setor. Ele também é engenheiro civil e minha mãe é arquiteta. Hoje, me sinto realizada por conseguir unir minha vivência ferroviária com minha paixão por projetos e obras. Meu próximo passo é aprofundar meus estudos em BIM e me aperfeiçoar ainda mais para contribuir estrategicamente na aplicação dessa metodologia em projetos ferroviários”, afirma Bianca.
Já a maquinista Rosemeire da Silva Ribeiro, 55 anos, consolida experiência no setor ferroviário há mais de duas décadas. Hoje, conduz os trens da Linha 7-Rubi, que transportam cerca de 400 mil pessoas por dia. Para ela, essa grande responsabilidade veio acompanhada de reconhecimento e orgulho. “É uma profissão muito gratificante. Deixar o passageiro em seu respectivo destino me faz muito feliz. Muitas pessoas, principalmente crianças, acenam para mim quando estou na cabine e demonstram fascínio quando encontram alguém que está conduzindo um trem”, conta a maquinista.
Já no Centro de Controle Operacional (CCO), estão os profissionais que garantem a circulação dos trens com regularidade e segurança, em comunicação constante com os maquinistas. No “cérebro” da operação, está a controladora Ana Cecilia Bomfim Biscalchini, que soma mais de 15 anos de experiência no setor.
Depois de também ter atuado como maquinista, passou a acompanhar, em tempo real, a circulação da linha, tomando decisões que geram um resultado imediato em toda a operação. “Quando me dei conta de que não me vejo trabalhando em outra área fora da ferrovia, percebi o tamanho da minha paixão pelo setor. É um ambiente onde nos tornamos uma família", destaca Ana.
Liderança e protagonismo no setor
Na Linha 7-Rubi, a gestão da circulação de trens e das equipes operacionais também conta com mulheres em posições-chave. A supervisora de tráfego Bianca da Silva Castro, 39 anos, iniciou sua trajetória como operadora de trens e hoje está à frente de uma equipe de maquinistas e rotinas operacionais.
“Estar na ferrovia é a realização de um sonho, sobretudo em um cargo de liderança dentro do maior projeto de mobilidade do país, o TIC Eixo Norte. Meu papel vai além de garantir a circulação dos trens: envolve a gestão de pessoas, ouvir com atenção, empatia e acolhimento, para que a equipe esteja sempre em sua melhor versão. Esse senso de pertencimento e união do time é o que me move dia após dia”, afirma Bianca.